Um dos caminhos para uma gestão competente é a implantação de sistemas que oferecem suporte para as ações fiscais com estímulo a participação do cidadão. Desburocratizar, agilizar e oferecer atrativos que incentivem o contribuinte não é tarefa fácil.
Por essa razão, a empresa Tiplan, responsável pela criação da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e), está conseguindo resultados claros e inequívocos em SÃO PAULO, maior cidade do país, e foi também adotada em Recife. O impacto desse software resulta de sua eficiência e criatividade em promover maior controle fiscal, redução da sonegação, vantagens para o tomador de serviços, diminuição da burocracia e forte incremento na receita do ISS.
É o caso de São Paulo, que obteve um espetacular incremento no ISS sem prejuízo na evolução do IPTU. Muito pelo contrário, o sistema estimula a adimplência pois requer que os contribuintes estejam em dia com os tributos municipais para usufruir dos benefícios.
Em Angra dos Reis, o aumento da arrecadação causou um grande impacto na economia, fazendo com que a gestão da Prefeitura ganhasse o Prêmio Nacional de Desburocratização concedido pela FIRJAN-RJ. No caso de Angra o impacto foi de mais de 400% em 4 anos de implantação. O mais interessante é que o custo de implantação do sistema é altamente compensador porque sua funcionalidade permite um incremento na ordem de 30% a 100%.
É realmente fantástico a expectativa dos grandes municípios quanto a qualidade, segurança e versatilidade da Nota Fiscal Eletrônica (NFS-e). Quanto mais rápido a Prefeitura implantar mais rápidos serão os resultados. Em nossa opinião, não existe nenhuma ferramenta no mercado à altura de competir com o sistema da Tiplan em eficiência, qualidade para rodar em escala (mais de 220 milhões de notas emitidas), e eficiência na obtenção de resultados.
Qualquer outro sistema demanda ser testado como foi a NFS-e da Tiplam. É preciso no entanto, que os Secretários tomem cuidado com simulacros da NFS-e, softwares que não têm as ferramentas gerenciais adotadas no modelo de São Paulo, e ainda, que não possuem um módulo de compensação de créditos que permita alcançar os resultados almejados. O ideal, portanto, é que as Prefeituras examinem, testem e consultem as experiências das maiores cidades brasileiras. É a melhor forma de garantir o mesmo sucesso dos cases existentes.